Anunciado recentemente pela URT como executivo de futebol para a temporada, Flávio Alves foi apresentado de forma oficial nesta segunda-feira (17) na sede do Clube, na Avenida Brasil.
O profissional foi importante no acesso da equipe em 2025 e retorna ao Trovão Azul, com a missão de comandar o futebol profissional, além de reestruturar as categorias de base e fortalecer o trabalho social da agremiação em Patos de Minas.
Durante a coletiva, o presidente Ígor Cunha e Flávio Alves detalharam os passos para a temporada 2027, abordando a montagem do elenco, a escolha do novo treinador, a transição para a SAF e os desdobramentos sobre a Vila Olímpica.
Segundo Flávio Alves, as conversas com o novo treinador estão praticamente seladas, aguardando o encerramento dos trãmites institucionais para o anúncio oficial.
A pré-temporada está prevista para começar na segunda quinzena de novembro.
A diretoria prioriza a manutenção de atletas “vitoriosos” e com identificação com a torcida, oferecendo-lhes contrato para todo o calendário do ano, para as disputadas da primeira divisão do Mineiro e a Série D, com a possibilidade ainda de contar com uma vaga na Copa do Brasil.
O presidente Ígor Cunha abordou o assunto ligado à montagem do grupo, que deverá seguir critérios rígidos para não estourar a folha de pagamento do clube.
Flávio Alves ressaltou que as categorias de formação de atletas serão tratadas como o “coração do clube”, alinhado com o futebol profissional.
O presidente disse mais uma vez que o formato clube associativo se esgotou e gera sobrecarga financeira, tornando a transição para o modelo SAF indispensável para a sobrevivência do Trovão Azul.
Sobre a Vila Olímpica, Ígor Cunha declarou que a decisão de dissolução da mesma foi tomada pela Conselho Deliberativo, devido à inviabilidade financeira e ao déficit gerado pela falta de arrecadação recorrente. O local, segundo ele, poderá ser reaproveitado como Centro de Treinamento, a depender da proposta vinculante do parceiro da SAF, ainda não definido, mas encaminhado.
Cunha esclareceu que a diretoria executiva “não toma decisões patrimoniais sozinha, cabendo ao Conselho Deliberativo e à Assembleia Geral a deliberação soberana sobre os rumos da instituição”.
Por: Gabriel Marques (repórter da Equipe Bola na Rede)













